domingo, 19 de abril de 2015

va te faire foutre

tu as mis un couteau en mon cœur
tu m'as tué d'une façon terrible 
je voudrais avoir un miroir pour te montrer comment ça fait douleur
maintenant tu es libre? et moi, je serai le prisonnier
un prisonnier de ta non fidélité

sexta-feira, 17 de abril de 2015

j'arrive tu arrives il arrive

ao rei stanislas, ao rei de portugal e aos europeus que moram em cuba e as vezes em taiwan
por que todo francês quer matar o rei degolado?
na minha árvore de desejos te coloquei la em cima, no pompidou te vi sorrir
é azar ou é sorte? não fui pra versailles, nem pra colmar, nem pra luxemburgo
se não fosse a décima quinta vez que isso acontece comigo eu não
você me disse salut, você foi minha escolha número um, e decidiu ir comigo
tu me manques déjà, tu me manques bcp mon champagnebonjour

quinta-feira, 26 de março de 2015

escrevendo pra ninguém, parte 1

essa é uma sequência de textos, fora de qualquer lógica ou conceito

você perdeu todo seu azul

o ano sabático era só uma quarta feira
se meu diamante se jogasse no rio sena não seria a mesma sensação que você me provocou,
por que você fez isso comigo? já tentei te entender de todos os meios possíveis, eu não faria o mesmo com qualquer um, tenho mais de mil possibilidades, mas nunca com você.
escrevo pouco pra que todas minhas palavras sejam absorvidas/absolvidas
a quarta feira era só o ano sabático

eu quero é perder

a arte, principalmente a escrita, deve ter compromisso com a transgressão da linguagem. ganhar não me importa, estar por cima não é legal, estar por baixo é melhor, sentir o calor, viver na cocheira.
não precisar mostrar nada pra ninguém, ser completamente livre, cortar minhas madeiras em paz e desenhar o que eu quiser.
o que é o sentimento senão a perda? o amor nunca ganha,  porque amar é desfazer-se.

sem dor nem rancor nem bobeira

tenho que treinar meus olhos, o trabalho visual é maior.
estou num sério dilema, um dilema de inexatidão, que me corrói por dentro e afeta meu trabalho, eu estou realmente comprometido em pensar nele, mas não consigo achar uma solução plausível.


a guerra não sai da cabeça

uma criança de 5 anos que literalmente/fisicamente:intelectualmente cresce ao longo de vários anos, coisas importantes acontecem e não se vê o ponto estrategicamente, e se morresse?
não quero viver sem viver
dadaab