Estou tão forte, como nunca fui
vendo a beleza das pessoas,tendo muita dificuldade em pensar
sendo menos imortal.
Dessa vez escolhi um objetivo e decidi focar, uma só pra amar
sem pontos, espaços, vírgulas.
Ainda ando desacostumado com janelas muito abertas, mas isso passa com o tempo
e finalmente diversão.
Mãe sempre fala: nada de sexo, drogas, rock and roll, beatles
álcool, rpg não online, cubo mágico, cigarro, falta de proteção,
muita prostituição, cemitétio, magia negra ou branca, dirigir alucinado,
entrar em favelas perigosas, mais de três dias sem notícias,ar contaminado.
Evite pessoas doentes, mas agora já é tarde pra tomar vacina.
sábado, 14 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Impreciso
Viver em extremos, somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter.
Taxa de sobrevivência: 50%.
Vamos lá, notícias. Estou ocultando o crime e então vivendo bem,
ainda me acostumando com a felicidade, com a liberdade, como o tempo livre,
como o descompomisso com os dias, tudo sem pressa.
observar, duvidar, sentir, não preciso mais só aceitar
relaxar e poder criar
se faltar o vento agente inventa
Taxa de sobrevivência: 50%.
Vamos lá, notícias. Estou ocultando o crime e então vivendo bem,
ainda me acostumando com a felicidade, com a liberdade, como o tempo livre,
como o descompomisso com os dias, tudo sem pressa.
observar, duvidar, sentir, não preciso mais só aceitar
relaxar e poder criar
se faltar o vento agente inventa
domingo, 11 de março de 2012
kingdom of comfort
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
quinta-feira, 8 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
maldito tempo que passa
Feito de lego inquebrável e amontoável, uma fênix que quando morre renasce
renasce do que sobra, do aniquilamento, da sombra
Sonhos queimam, mas as cinzas são ouro .
Feito do cristal mais fino
depois que foi jogado do décimo terceiro andar não tem mais vida
sim, areia não vive
e então guardar todas as palavras pra mim mesmo,
quero o que vale a pena, o que não te [?]
E sou feito de lego, e ela de vidro
O nosos futuro quebrou, nunca mais vai virar presente. A água transbordou do copo
e minha vida não sã engatilhou, decidi ficar pelo sereno da escuridão solitária, aompanhado do nada e do vazio à noite. Da maré e hipocrisia pelas manhãs. Vou voltar aos meus instintos e tentar manter a ultima gota de orgulho e horna que ainda me restam. Me leve dessa vez para uma ilha deserta, não quero mais ver sanguessugas de alegrias que nunca foram reais, mas assim mesmo me confortavam.
feito sob medida e encomenda para Luna.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
O terrível desconhecido
só mais duas viagens e tudo vai dar certo, vai ser assim e o início do fim
se o único jeito de progredir é descer, vamos lá
não peço excluividade, só continue conversando comigo
foi tudo culpa do mundo, culpa do sistema, culpa do cosmos, sei lá de quem
Me tire da disputa, não quero mais guerrear por corações. não queo lutar.
você sabe o que dizem por aí.
se o único jeito de progredir é descer, vamos lá
não peço excluividade, só continue conversando comigo
foi tudo culpa do mundo, culpa do sistema, culpa do cosmos, sei lá de quem
Me tire da disputa, não quero mais guerrear por corações. não queo lutar.
você sabe o que dizem por aí.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
manter, ficar parado sem se mexer
era um vez edu, viajando por dois dias, andando por aí, conhecendo lugares legais, e pessoas também. Na noite um, Edu foi a uma feira, lá vendiam de tudo, e o que mais o impressionou foi um rapaz que escrevia nomes em arroz. Isso não é nenhuma raridade, mas é tão incrível e viciante olhar o rapaz ecrever, tão pequeno e habilidosamente.
As pessoas eram bem claras, numa face do arroz pediam pra escrever o nome delas e na outra o da pessoa amada. Chegou a vez de Edu, mas e agora? o que escrever?
A única solução é um nada.
que texto chato.
As pessoas eram bem claras, numa face do arroz pediam pra escrever o nome delas e na outra o da pessoa amada. Chegou a vez de Edu, mas e agora? o que escrever?
A única solução é um nada.
que texto chato.
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